Tudo bem, nem tão nova assim...
Um amigo muito fofo me deu de aniversário o box da primeira temporada do Battlestar Galáctica. Apesar de ser um grande fã de Star Wars, nunca assisti a nenhuma série espacial, nenhuma mesmo, mas como ouvi pessoas de confiança falar muito bem dessa série, decidi dar uma chance. E não me arrependi nem um pouco.
Depois de um episódio piloto de 3 horas (sério, 3 horas), já estava completamente viciado e já amava a Starbuck de paixão. De uma só vez assisti a 5 episódios e só dei uma parada pra poder racionar e não acabar com tudo logo.
Sério minha gente, o negócio é coisa fina. Personagens muito bem construídos e uma história bem bolada: Num futuro muuuuuito distante, os seres humanos vivem em 12 colônias (leia-se planetas) e acabaram de vencer a guerra contra os Cylons, robôs dotados de inteligência artificial que foram criados pelos próprios humanos, mas que se rebelaram contra eles. O episódio Piloto começa com a cerimônia de aposentadoria do Battlestar Galáctica, a nave mais velha da frota dos humanos que foi crucial na luta contra os Cylons. Quando tudo parece em paz, os Cylons voltam com força total e atacam as 12 colônias humanas, matando todos que estão nos planetas. Os únicos humanos que restam vivos são aqueles que estavam no espaço no momento do ataque (algo entorno de 50.000) e que agora se agrupam em volta da velha Galáctica, a única nave de combate que resistiu aos ataques dos Cylons. A única esperança de ter um lar de novo é encontrar a lendária 13º colônia, que muitos consideram um mito e que não existe de verdade. A Terra.
O negócio é tão bom que eu fico até arrepiado quando o episódio começa e a voz fala “Previously on Battlestar Galactica”.
Gamei!
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