quarta-feira, 7 de abril de 2010

LOST - Happily Ever After


Agente critica, reclama e até xinga de vez em quando, mas tem episódios de Lost que faz agente lembrar o porque dessa série ter conseguido uma legião de fã bitolados e com um fanatismo que beira a loucura.

Damon Lindelof e Carlton Cuse se superaram mais uma vez ao escrever esse episódios do Desmond, o primeiro centrado nele desde Jughead na quinta temporada e o primeiro em que ele aparece de verdade na sexta.

Se tem alguém que merece o título de personagem com os melhores flashes (sejam eles falsh-backs, forward ou side-ways) da série, esse alguém é o Desmond (acho que todo fã se lembra de Flashes Before Your Eyes e, principalmente, de The Constant, certo).

Uma história de dar nó na cabeça, muitas reviravoltas, queridos personagens de volta e (finalmente) uma esperança de que a realidade não seja uma coisa sem sentido fizeram deste, na minha opinião, o melhor episódio da temporada e um dos melhores da série.

Não estou exagerando não. Durante todo o episódio eu vibrei, pulei da cadeira, gritei e me empolguei com tudo o que acontecia. Nada era gratuíto, nada era irrelevante. Tudo o que aconteceu, aconteceu com um propósito: de levar a trama adiante.

Charlie doidão, apesar de não estar sob o efeitos da heroína. Sensacional ele profetizando para o Desmond antes de jogar os dois no mar. E embora eu tenha adivinhado que ele ia colocar a mão no vidro antes dele fazê-lo, me arrepiei todinho nessa cena aí do lado. Foi demais

Adorei também a Eloise. Aquela mulher sempre sabe de tudo, não importa o tempo ou a realidade, ela sabe de TUDO.

E teve o Faraday, quer dizer, o Daniel Widmore, que tá passando pelas mesmas coisas que o Desmond e arranjou o encontro dele com a Penny, uma das personagens que eu mais gosto de Lost.

Enfim, semana passada eu disse que a volta do Desmond me enchia de esperanças que eu esperava ser "happily ever after". Missão cumprida Darlton, muito obrigado.

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