sexta-feira, 23 de abril de 2010

10 anos depois... viciei. CSI é demais!!!

Mas antes tarde do que nunca né? Venci meus preconceitos com a série (finalmente) e to adorando realmente essa birosca. E olha que eu ainda estou assistindo a primeira temporada, que dizem ser a mais fraquinha, logo estou mega empolgado com a perspectiva do que ainda estou por ver. Odeio ficar fazendo metáforas das histórias das séries com a vida real, mas tem uns episódios que me fizeram mesmo pensar em como o ser humano as vezes pode ser um monstro gargantual quando está agindo em prol de seus próprios interesses.

Depois de anos acompanhando séries novelinha, onde se precisa ver todos os episódios e as histórias levam a temporada toda pra ser contada, to curtindo ver histórias que começam e terminam no mesmo capítulo, e tudo tão bem escrito, filmado e editado que dá gosto.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Lost - The Last Recruit

Bom episódio. Não foi maravilhoso nem horroroso, foi bom.

Acho que foi um daqueles episódios de transação que eu já ouvi o povo falando a respeito, porque a partir de agora não consigo ver outra maneira da história continuar a não ser conduzindo vertiginozamente para o final.

Fiquei decepcionado com o reencontro do Jin e da Sun. Achei que faltou emoção, afinal faziam três anos que eles não se viam. E ela voltar a falar inglês bem naquela hora foi tããããããão previsivel.

A Ilana advogada do Desmond e do Jack foi bacana, mas o filho dele apareceu lá na leitura do testamento pra quê? Pra nada né?

Não vejo a hora de todo mundo começar a se ligar das realidades paralelas, mas o que eles vão fazer a respeito delas?

O Saiyd não matou o Desmond né? Tenho certeza que não.

Essas discuções sobre o que Lost era e o que se tornou, que os escritores se perderam e bla bla bla wiskas-sachê já me cansaram. Já to querendo que a série acabe logo.

Battlestar segunda temporada, um DVD precisoso e uma nova chance para os Idols




Comecei finalmente a segunda temporada de Battlestar Galactica, que depois de um final avassalador, teve os seus dois primeiros episódio um tanto arrastados. Não que eles tenham sido ruins, longe disso, mas não tiveram o mesmo nível de adrenalina que o fim da primeira temporada. Cada vez eu tenho mais raiva do Bill Adama, ainda mais depois que ele prendeu a Presidente Roslin só porque ela mandou a Starbuck buscar a tal flecha de Apollo em Caprica. Me irrito com militares que acham que podem tudo e se sentem Deuses (Deuses de Kobol, neste caso). Nem fiquei tão feliz assim quando ele finalmente acordou e voltou para comandar a Galactica.

A Starbuck no hospital dos Cylons foi bem legal, ainda mais quando ela encontrou as humanas com os tubos enfiados nos úteros. Só achei que ela se apaixonou meio rápido pelo carinha pirata de Caprica. Tipo, eles jogam um joguinho de bola, ela ganha e dez minutos depois já estão acordando juntos, cheios de intimidade e os dois sofrem quando ela vai embora. O beijo que ela dá no Lee quando eles se reencontram faz muito mais sentido.

Parei na parte que o Bill Adama finalmente decide se juntar ao resto da frota para ver se a flecha que a Starbuck sofreu pra trazer abre o tal do túmulo que vai indicar o caminho para a terra. Acho que o túmulo não vai indicar coisa alguma, já que estou na segunda e a série tem quatro temporadas.

Me abisma a quantidade de gente que morre a cada episódio, tanto que agora tem até um contador das pessoas que ainda estão vivas logo na abertura.

As cenas do Gaius conversando com a Nº 6 sempre são o ponto alto dos episódios. São muito bem boladas, as maneiras como ela manipula o que ele vai fazer. Só queria saber como é que vão explicar essas aparições. Imagino que deva ser o um chip na cabeça dele, como ele mesmo já chegou a suspeitar.

Estou em posse de um DVD precioso com vários episódios de várias sérias diferentes. Dois Modern Family, dois The Office, dois V e um Desperate Housewives pra tentar ver durante a semana. Isso sem contar com a primeira temporada todinha de CSI que já está em minhas mãos.

Decidi dar uma chance ao American Idol, mas vou ver a partir do top 11 pois já sei quem sai no top 12

quarta-feira, 14 de abril de 2010

LOST - Everybody Loves Hugo

Todo mundo ama o Hugo. E não é pra menos, pois é simplesmente impossível não amar o Hugo. Todo mundo ama quando Lost nos dá um episódio desses, onde cada cena teve seu propósito, cada momento teve um significado e as tão requisitadas "respostas" apareceram.

Preciso confessar que no começo eu não gostava muito dos Flashs-sideways (realidade paralela) que depois do primeiro episódio pareciam estar lá só para encher linguiça mesmo. Mas desde o episódio do Desmond, e agora muito mais com esse, já começo a pensar: Porra, os caras que escrevem isso são fodas.

Não sei que parte do episódio eu gostei mais:0 "Ghost" Michael vindo falar com o Hurley, a Ilana explodindo (só acho que ela foi muito cedo. Será que vai aparecer como fantasma pro Hurley?), o Black Rock explodindo (Ruuuuun. Foi hilário), o Ben chegando no carro do Desmond achando que ele é pedófilo (super atual), o Desmond sendo jogado no poço (fumaça preta filha da puta), o Jack deixando de vez de ser o líder depois de perceber que ele só fazia a galera de ferrar com as suas decisões, o nova divisão de grupo, os momentos da Libby com o Hurley no flash... foi tudo muito bom. Nível A. Episódio clássico, para entrar na história como um dos melhores de Lost.

Ah, os sussuros? Gente morta. Pronto. Tá explicado e eu adorei.

Não importa a realidade, Jonh Locke só se ferra. Já com mil teorias para o porque do Desmond ter atropelado ele.

Hurley, o novo líder dos losties. Tudo bem que só sobraram uns 8 (contando os zumbis Clair e Sayid e tirando Walt e Aaron que estão são e salvos em casa). Amei também.

Duas perguntas : Será que a Rose e o Bernard perceberam que eles voltaram para 2007? E cadê o Vincent?

Mas afinal, os mortos falam entre ou não? No começo da quinta a "Ghost" Ana Lucia disse pro Hugo que a Libby tinha mandado um oi, mas parece que o "Ghost" Michael nunca falou com a "Ghost" Libby. Se bem que eu também não ia querer papo com o cara que me matou...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Final de Battlestar e compesando mais uma injustiça

Depois de episódios impecáveis, a primeira temporada de Battlestar Galactica terminou do jeito que qualquer temporada deveria terminar: comigo pesquisando quanto custa o box da segunda temporada. Foi bom demais.

Me encontro agora completamente apaixonado por essa série, por seus personagens e por sua mitologia que é tão bem bolada e bem desenvolvida que poderia ser de verdade.

A Starbuck já é uma das personagens que eu mais gosto do mundo. A cylon loira também é demais, sempre manipulando as ações do Dr. Baltar em prol de seus próprios interesses. A cylon que pensa que é humana e não quer ser cylon descendo a bala no Adama nos instantes finais me fez dar um pula na cama. Não fiquei triste (ele deu um golpe de estado né?), mas fiquei surpreso.

A presidente Roslin, o Helo, Lee... adoro todos.

Acho que finalmente chegou a hora de eu compensar uma injustiça. Ha 10 anos atrás, a série da minha vida era Arquivo X, e uma tal de CSI estava roubando audiência do Fox Mulder e da Dana Scully, até então os amores da minha vida. Resultado: boicotei a série, não queria saber nada dela e odiava tudo nela, isso sem ver um episódio sequer.

Durante anos evitei a série. Injustamente, devo dizer, pois ela é boa demais. Peguei uns episódios aleatórios na Record esses dias e adorei todos eles. Toda a primeira temporada já está a caminho (porque eu só vejo as coisas se for desde o começo) e pretendo ver 10 anos de série em 1 ano. Acho que dá tempo.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

LOST - Happily Ever After


Agente critica, reclama e até xinga de vez em quando, mas tem episódios de Lost que faz agente lembrar o porque dessa série ter conseguido uma legião de fã bitolados e com um fanatismo que beira a loucura.

Damon Lindelof e Carlton Cuse se superaram mais uma vez ao escrever esse episódios do Desmond, o primeiro centrado nele desde Jughead na quinta temporada e o primeiro em que ele aparece de verdade na sexta.

Se tem alguém que merece o título de personagem com os melhores flashes (sejam eles falsh-backs, forward ou side-ways) da série, esse alguém é o Desmond (acho que todo fã se lembra de Flashes Before Your Eyes e, principalmente, de The Constant, certo).

Uma história de dar nó na cabeça, muitas reviravoltas, queridos personagens de volta e (finalmente) uma esperança de que a realidade não seja uma coisa sem sentido fizeram deste, na minha opinião, o melhor episódio da temporada e um dos melhores da série.

Não estou exagerando não. Durante todo o episódio eu vibrei, pulei da cadeira, gritei e me empolguei com tudo o que acontecia. Nada era gratuíto, nada era irrelevante. Tudo o que aconteceu, aconteceu com um propósito: de levar a trama adiante.

Charlie doidão, apesar de não estar sob o efeitos da heroína. Sensacional ele profetizando para o Desmond antes de jogar os dois no mar. E embora eu tenha adivinhado que ele ia colocar a mão no vidro antes dele fazê-lo, me arrepiei todinho nessa cena aí do lado. Foi demais

Adorei também a Eloise. Aquela mulher sempre sabe de tudo, não importa o tempo ou a realidade, ela sabe de TUDO.

E teve o Faraday, quer dizer, o Daniel Widmore, que tá passando pelas mesmas coisas que o Desmond e arranjou o encontro dele com a Penny, uma das personagens que eu mais gosto de Lost.

Enfim, semana passada eu disse que a volta do Desmond me enchia de esperanças que eu esperava ser "happily ever after". Missão cumprida Darlton, muito obrigado.

domingo, 4 de abril de 2010

Lost e a temporada da polêmica

Não me lembro de nada causar mais polêmica do que esta sexta temporada de Lost. Tem uns que estão amando, outros odiando e tantos outros que estão apenas curtindo.

Onde eu me enquadro? Depende do episódio.

Na minha opinião, essa temporada está oscilando demais entre episódios muito bons (Ab Aeterno, Sundown, Dr. Linus e Recon) e os muitos ruins (What Kate Does, The Lighthouse e The Package). O problema não é tanto deles serem ruins (SOS foi ruim, assim como Fire+Water, mas valiam a pena uma reprise) é que esses são tão ruins, mas tão ruins que nem dá vontade de ver de novo.

Vou me atentar apenas ao que aconteceu no último que passou. The Package.

Sun bate a cabeça e esquece como se fala inglês? Só me pergunto uma coisa. PRA QUE OS ROTEIRISTA INVENTARAM ISSO? Zero importância pra trama (que já ta acabando, vale lembrar)

Nem vou comentar sobre a metáfora do "tomate que não morreu" porque não vale a pena.

Porque quando o Lock-fumaça está atrás de alguém que tá fugindo, ele não vira fumaça pra ir mais rápido?

O Samurai disse que a mesma coisa que aconteceu com a Clair aconteceu com o Sayid, mas porque a loirinha não tá com aquela cara de morto-vivo que do árabe?

Se algo de bom aconteceu nesse episódio, foi a volta de Desmond no final, que me encheu de esperanças.

Ah, os comentários do Miles estão conseguindo ser melhores que os do Sawyer. "O Hurley não acha nada a não ser que esteja coberto de bacon" HAHAHAHA

E o Ben, que finalmente está dizendo a verdade e a Ilana não acredita nele. Quem mandou mentir tanto?

O episódio da semana que vem se chama "Happily Ever After" (Felizes para sempre). Espero mesmo que sejamos.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Feriado = Seriado? NOT!!!

Feriado, dia de ver seriado!

Pra mim nem tanto, já que eu moro com uma pessoa que não compartilha do mesmo entusiasmo que eu na hora de sentar a bunda na cama e assistir a vááááários episódios de qualquer coisa. A única coisa que agente assistia junto com a mesma empolgação era Prison Break, mas Michael Scolfield morreu no final depois de virar uma porpeta ambulante, e aí agente nunca mais viu nada junto. Só Lost, mas Lost é Lost, né minha gente?

Mais dois episódios de Battlestar Galáctica ( só pra me mostrar que a série é boa pra caral%$@), fizeram meu dia feliz ontem e eu já amo a Starbuck com todo o meu coração. A única pessoa que me irrita um pouco é o chefão da Galactica, o Adama “pai”. Já o Adama filho (AKA Apollo), já é meu herói.

Amo também a Cylon loirinha que só aparece para o Gaius, tipo quando ele ta tendo umas reuniões mega importantes ela aprece e fica falando com ele, e pra quem vê de fora parece que ele ta falando sozinho.

Preciso voltar a ver Fringe. Não que eu tenha amado, mas é que já ta gravado e eu não quero ter a sensação de que desperdicei um DVD inteiro.

Missão para abril: Entrar em dia com The Office (parei no final da quinta temporada), Desperate Housewives (meio da sexta), e Damages (só dois episódios da terceira).

Decidi largar Flash-forward quando eu descobri que a série voltou a passar a umas 3 semanas e eu nem me importei em ir atrás. Tchau flash.

Vou tentar começar a ver a 6ª de 24 horas, mas só porque o DVD ta ali, bonitinho na estante. Todo mundo diz que a 6ª foi muito ruim, por isso nem to tão empolgado assim.

Deprê com o fato do American Idol não ter me empolgado minimamente este ano. Também, eles eliminam todo mundo que já foi mostrado nas audições e semanas de Hollywood e passam 24 fulaninhos pro TOP 24! Fiquei revoltado.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Minha mais nova descoberta. Battestar Galactica

Tudo bem, nem tão nova assim...


Um amigo muito fofo me deu de aniversário o box da primeira temporada do Battlestar Galáctica. Apesar de ser um grande fã de Star Wars, nunca assisti a nenhuma série espacial, nenhuma mesmo, mas como ouvi pessoas de confiança falar muito bem dessa série, decidi dar uma chance. E não me arrependi nem um pouco.

Depois de um episódio piloto de 3 horas (sério, 3 horas), já estava completamente viciado e já amava a Starbuck de paixão. De uma só vez assisti a 5 episódios e só dei uma parada pra poder racionar e não acabar com tudo logo.

Sério minha gente, o negócio é coisa fina. Personagens muito bem construídos e uma história bem bolada: Num futuro muuuuuito distante, os seres humanos vivem em 12 colônias (leia-se planetas) e acabaram de vencer a guerra contra os Cylons, robôs dotados de inteligência artificial que foram criados pelos próprios humanos, mas que se rebelaram contra eles. O episódio Piloto começa com a cerimônia de aposentadoria do Battlestar Galáctica, a nave mais velha da frota dos humanos que foi crucial na luta contra os Cylons. Quando tudo parece em paz, os Cylons voltam com força total e atacam as 12 colônias humanas, matando todos que estão nos planetas. Os únicos humanos que restam vivos são aqueles que estavam no espaço no momento do ataque (algo entorno de 50.000) e que agora se agrupam em volta da velha Galáctica, a única nave de combate que resistiu aos ataques dos Cylons. A única esperança de ter um lar de novo é encontrar a lendária 13º colônia, que muitos consideram um mito e que não existe de verdade. A Terra.

O negócio é tão bom que eu fico até arrepiado quando o episódio começa e a voz fala “Previously on Battlestar Galactica”.

Gamei!