quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Maratona de Bizarrices



Quando eu decidi fazer uma maratona de True Bood, eu já tinha em mente que deveria estar preparado para uma maratona de coisas bizarras e situações que me fariam parar imediatamente de assistir se elas acontecessem em outra série qualquer. Mas a graça de True Blood é justamente essas bizarrices que estão na cena apenas para chocar e na maioria das vezes não acrescentam em nada na história. Só que depois de assistir a 6 episódios seguidos (cada um tem 56 minutos de duração) a gente meio que se cansa de tanto sangue jorrando das jugulares dos personagens e começa a se entediar. Percebo agora que essa é uma série que não funciona para ser assistida como maratona. É importante esperar uma semana entre um episódio e outro para que a quantidade de coisas esquisitas não se atropelem na sua cabeça e te desvirtue da história, que aliás está bem complicadinha (ou eu que estou lerdo demais).

Algo me diz que aquele “lobisomem gostosão do bem” que o Eric mandou para proteger a Sookie não tem nada de bonzinho. Tipo, nunca apareceu o Eric pedindo a ele para ir proteger a Sookie, agente só acreditou na palavra dele, e a Sookie também.

Sério que o melhor novo personagem da temporada, o Franklin, foi morto tão facilmente assim pela chata da Tara? A história dos dois era a coisa que mais me divertia. Tragam o Franklin de volta JÁ!

Aquela história do Jason “paladino da justiça” está chata demaaaaaaaaaais.

A família biológica do Sam obriga o irmãozinho a lutar numa rinha de cães? Que legal né? (NOT)

A garçonete ruiva (Arlene, eu acho) acha que está grávida do René??? Sério, quanto tempo se passou desse o fim da primeira temporada?

Jéssica garçonete do Merlottes mostrando as garras para a Arlene foi ótimo. Love you Jéssica!!!!

Meeeeu, o que foi aquele sonho/expeciência-pós-morte da Sookie, com aquelas pessoas dançando no cemitério em volta de um laguinho encantado?

Fiquei meio com raivinha do Bill por ele quase ter matado a Sookie e depois chegar com a maior cara lavada no hospital. Assim fica difícil apoiar os vampiros né?

Pelo que eu lembrava, eles não deviam queimar mais rápido sob a luz do sol? Tipo, o Bill ficou um bom tempo exporto até que começasse a sair uma fumaça dele.

To precisando ver agora algo mais realista depois de tanta viagem com True Blood... essa semana Battlestar Galáctica vai bombar no meu DVD!!!!!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Em breve...

Uma catatrófica série de eventos me impediram de assisir a qualquer coisa no último mês, mas isso está para mudar.

Já tem uma porção de novos episódios de várias séries diferentes chegando pra mim esse fim de semana, então semana que vem a coisa vai bombar no meu DVD.

Damages - 3ª temporada - A volta de Patty Hewes.

True Blood - 3ª temporada - to beeeeem atrasadinho, como o Orangotag insiste em me lembrar.

Twin Peaks - já ví centenas de pessoas colocando essa série no pedestal, então deve ser boa.

Battestar Galactica - 2ª temporada - Tudo bem, essa eu até já tenho os DVDs prontos, mas algo me impediu de assistir e eu parei depois de um episódio fodático.

How I met your mother - 4ª temporada - Tava sen-sa-ci-o-nal, mas eu parei de ver devido a pura falta de tempo.

CSI - Já to na terceira temporada, então acho que consigo chegar até a décima até o fim do ano.

Mad Men - Uma grande amiga minha vai gravar pra mim. Ela diz que é boa, e como foi ela que me apresentou Dexter e The Office, eu tenho que acreditar.

The Office - 6º temporada - Depois do casamento do Jim e da Pam eu parei de ver... porque mesmo?

30 Rock - nem lembro que temporada - ... mas parei de ver depois que a Salma Hayek entrou e ficou meio chato.

Terei que correr, pois em breve ainda terei que ver as voltas de Modern Family e Dexter... ufa!!!b

quarta-feira, 23 de junho de 2010

How I Met Your Mother - É cópia de Friends, mas é bem legal.




A algum tempo atrás, quase dois anos, eu assisti a primeira temporada inteira de How I Met Your Mother, que diziam ser muito boa. Realmente é muito boa, mas me incomodava o fato de quase todas as histórias que eles vivem são (muito) parecidas com episódios de Friends, que é inspiração descarada (pra não dizer cópia) para a série (basta ver as fotos acima). Mas uma cópia digna, bem feita e com personalidade.

O lugar no meu coração ocupado por Phoebe, Chandler e cia é eterno, mas o Barney, Robin, Lily, Ted e Marshall encotraram uma brecha para entrar, sorrateiros, no meu gosto.

Consegui a segunda temporada inteira (com legendas em Alemão, mas vá lá...) e mesmo com todas semelhanças com Friends, to passando por cima de tudo e me divertindo a beça. Como não se divertir com o Barney e seus delírios loucos, como as mulheres com "Crazy Eyes"...



... a Lily (Quasimodo?) perseguindo a probre moça...



...DEMAIS!

Já que nada se cria e tudo se copia, vamos curtindo a cópia, que ao menos é muito bem feita e divertida.Pontos positivos não faltam: a passado de estrela teen no Canada e o clipe do shopping da Robin (smelly cat?), as indas e vindas de Lily e Marshall (Ross e Rachael?), e o próprio Barney, engraçado e mulherengo (Chandler+Joey).

Absolutamente continuarei vendo, pois estou rindo horrores com os mini-flashbacks (que eu amoooooooooo).

terça-feira, 22 de junho de 2010

O fim de Desperate e a volta de True Bood



Definitivamente, eu só continuo a assistir Desperate Housewives porque eu me apeguei totalmente a aquela gente, porque as histórias tão de lascar. A Lynette parindo o filho junto com um dos assassinos da temporada foi tão canastra que eu quase desliguei o DVD. O grande mistério da temporada foi praticamente centrado em personagens secundários que nunca mais vão aparecer, se bem que eu gostei da Angie ter colocado a bomba no detonador do segundo assassino da temporada, fiquei surpreso. Legal também foi o Paul Young voltar depois de tanto tempo, fiquei realmente surpreso. E quem será o filho trocado na maternidade???

Aquele filho bastardo do Rex é um porre, além de péssimo ator. E tipo, a Bree não desistiu muito rápido da empresa dela? Tive que concordar com o Orson, que é um dos personagens mais chatos da série. Olha a que ponto chegamos.

A volta de True Blood também não foi essa coca-cola toda, mas esse episódio arrastado deu introdução a muitas histórias que prometem ser bem legais, desde que sejam bem desenvolvidas.

Mas a cena do sonho do Sam foi demais, no maior clima com o Bill.

Cara, to começando a perceber como a Tara é chata.

Chega de hiato!!!

Sumi, mas agora estou de volta.

Estou de férias do trabalho, viajei por duas semanas então não deu pra assistir nada, mas agora voltei e uma penca de episódios novos estão me esperando:

DESPERATE HOUSEWIVES - Os dois últimos episódios da sexta temporada

TRUE BLOOD - Os dois primeiros da terceira temporada

HOW I MET YOUR MOTHER - Segunda temporada inteira

CSI - Terminar a primeira temporada e gravar a segunda que já tá baixado

BATTLESTAR GALACTICA - Terminar a segunda temporada URGENTE!!!!

THE OFFICE - Terminar a sexta, que está tão boa.

Tenho só mais 8 dias de férias (saco) então preciso correr. Quer dizer, ficar sentado, muuuuito tempo sentado!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

LOST - The End




É minha gente, acabou. Acabei de ver o fim de Lost e me dói em dizer que eu não gostei muito do que ví. Espera mais, muito mais do que foi apresentado. Para falar bem a verdade eu estava gostando muito, até que os 20 minutos finais chegaram e acabaram com tudo.

Então quer dizer que a realidade paralela é... o que ela é? Eu juro por Deus que eu não entendi. Eu tava adorando o povo da realidade paralela se lembrando das coisas da realidade original, o Desmond e o Hurley pegando as pessoas e as fazendo se lembrar da realidade original (amei ver a Shannon de volta) me fez jurar que o bicho ia pegar quando todos se encontrassem no concerto no final. Cheguei até a achar que todos sairiam da realidade original e iriam viver todos na paralela, felizes para sempre. Juro que não achei que a melhor série de todos os tempos acabaria com uma reunião de elenco dentro de uma igreja onde o pai do Jack abre uma porta para... o que?

Só faltou todo o elenco erguer as mãozinhas pra frente e dar um "tchaaaaaaaaaaaaau" no maior estilo TV Globinho.

Entende a minha frustração?

Mas e aí? O Hurley virou o novo Jacob e o Ben virou seu número dois na ilha...e ficaram fazendo o que? Bom, qualquer coisa que seja, os Ben e Hurley "alternativos" tavam ligados e sabiam que os "originais" vivaram grandes amigos.

E o que aconteceu com o Desmond? Como o Hurley e o Ben vão fazer para ele reencontrar a esposa e o filho se os outros foram embora no avião.

O Jack devia ter seguido o conselho da Kate, ter ido embora e deixar a porra da ilha afundar.

Bom, remumindo, esse episódio final de decepcionou muito, mas muito mesmo.

O final pode ter sido a droga que foi (a segunda metade, a primeira foi muito boa), mas isso não muda o que eu sinto por Lost. Foram seis anos de divertimento sem fim e ainda amo a série e recomendo a todos a assistirem, por mais que acabe de forma tão estranha e sem sentido.

POXA, EU JUREI QUE O BICHO IA PEGAR NO CONCERTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A episódio foi construindo uma expectativa tão grande quanto a esse concerto, todo mundo ia se encontrar no mesmo lugar e então... o que? Nada!

Vou parar por aqui, não quero mais falar sobre isso. Tenho que assistir FRIENDS agora mesmo, essa sim tem um final ótimo.

sábado, 22 de maio de 2010

Lost, Dangsinul saranghee yo



Amanhã ficarei órfão. A série que proporcionou os momentos mais divertidos, emocionantes, eletrizantes e avassaladores que eu já tive em frente a TV (e ao computador) vai acabar amanhã e eu vou ter que me conformar com o fato de que eu nunca mais vou ver um episódio inédito de Lost. Nunca mais.

“Nossa, que cara exagerado, afinal é só uma série”, é o que você deve estar pensando. Não, não acho que seja exagero. O que eu estou sentindo hoje é uma expectativa e uma ansiedade gigantes misturados com uma tristeza profunda por ter que me despedir dessas pessoas que, para mim, são de verdade. Imagine o que um Corintiano sentiria se ele estivesse na véspera de assistir a final da Libertadores da América do seu time contra, sei lá, o Boca Juniors, e independente do resultado do jogo, no dia seguinte o Corinthians deixaria de assistir, nunca mais jogaria um único jogo sequer. É assim que eu me sinto hoje.

Apesar de alguns tropeços durante o percurso , Lost manteve durante os anos um nível de qualidade absurdo, sempre inovando na narrativa e sempre nos surpreendendo a cada urso polar, escotilha, pé de quatro dedos, viagens no tempo e realidade paralela que aparecia. Quando agente achava que Lost não ia mais inovar, lá vinha os roteiristas e “PIMBA”, calavam a nossa boca.

Como chegamos ao fim, achei por certo listar os 10 momentos que mais me marcaram nesses últimos seis anos. Fazer essa lista não foi fácil, mas acho que a maioria das pessoas que viram Lost desde o começo vão concordar comigo.

10 – A escotilha

Tudo envolvendo a escotilha foi sensacional. Primeiro eles acham aquela porta no chão, no meio do mato e que ninguém consegue abrir e quando conseguem tem um homem lá dentro que aperta um botão a cada 108 minutos senão o mundo acaba. Foi quase um ano de discussões e teorias sobre o que aconteceria se eles não apertassem o botão.

9 – O seqüestro de Walt

Essa pegou todo mundo de surpresa. Quando agente achava que finalmente estava tudo bem, que Jin, Michael, Sawyer e Walt finalmente seriam resgatados daquela jangada, os salvadores se revelam Outros, levam o Walt embora e explodem a jangada. Foi quando nasceu o famoso bordão: WAAAAAAAAAAAAAAAALT!!!!!!!!!!

8 – Os Outros

Como assim tem outras pessoas que já viviam na ilha antes do avião cair? Como que elas sabem tudo sobre os sobreviventes? Como assim eles fingem que são maltrapilhos e vivem naquela vidinha suburbana na vila no meio da ilha? Os Outros tiraram o meu sono por várias noites.

7 – Morte de Ana Lucia e Libby

Foi do nada. De perente, “PUM”, o desgraçado do Michael atira na Ana Lucia e depois na Libby, e ainda por cima liberta o Ben (Henry Galé naquela época). Fiquei de boca aberta uns 30 minutos, sem acreditar no que tinha acabado de ver.

6 – Morte da Shannon

Finalmente a Shannon tinha começado a se tornar uma pessoa melhor, queria ajudar a encontrar o Walt que aparecia todo molhado e sinistro no meio do mato, consegue o amor de Sayid, aprende a pensar no outros além de em si mesma e então... a Ana Lucia confunde ela com um dos Outros e ela foi se juntar ao Boone. E por falar em Boone...

5 – Morte do Boone

Foi triste demais. Foi com a morte prematura e sofrida de Boone que eu comecei a odiar John Locke. O coitado sofreu por um episódio inteiro, quase teve a perna amputada e nem conseguiu dizer suas últimas palavras para o irmão.

4 – Jack e Kate saem da ilha no futuro

Final da terceira temporada. Jack drogadão nos flash-backs tentando falar desesperadamente com uma mulher misteriosa que acaba sendo...a Kate. Han?? Kate? Como assim? P&*%!!! Isso não é flash-back, isso é o futuro! O primeiro flash-forward pegou todo mundo de surpresa e é até agora o melhor fim de temporada ever, seguido de perto pelo fim da quinta temporada.

3 – Juliet cai no poço e explode a Jughead a pedradas

Cara, eu amava a Juliet. A-ma-va. Desde que ela apareceu no começo da terceira temporada eu me apaixonei por ela e então se tornou a minha personagem preferida desde o episódio “One of Us”, um dos melhores de Lost. Eu gritei igual a um desvairado quando aquela corrente maldita se enroscou nela e a puxou para dentro do poço. O James tentando desesperadamente ajudá-la, ela gritando que o amava e então... caindo. Mas não morrendo!! Ela sobreviveu e ainda explodiu a Jughead depois de oito pedradas, o que gerou a...

2 – Realidade Paralela

Eta negocinho confuso esses flash-sideways. Confuso, mas realmente sensacional. Os caras tem a coragem de deixar a nossa cabeça fritando por ONZE episódios até o lance do “mundo onde a ilha não existe desde 1977” começa a fazer sentido com a realidade original da ilha.

1 – A morte de Sayid, Jin e Sun no mesmo episódio

Lágrimas, lágrimas e mais lágrimas. Tive que dar um pause no episódio, levantar e tomar uma aguinha com açúcar. Em cinco minutos perdi três grandes amigos, e de forma trágica. Maldita fumaça preta! Personagens queridos que estavam com agente desde o começo. Mas pelo menos eles estão vivos na Realidade Paralela.

Tenha plena convicção que amanhã essa lista vai mudar, pois afinal de contas será o último episódio e os roteirista de Lost sempre deixam o melhor para o final. Estão aí os finais de temporada das cinco temporadas passadas que não me deixam mentir.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

American... Idol?



Finalmente uma final de American Idol com dois participantes que eu gosto. Se bem que ter um amado e outro odiado na final dá toda uma aflição. Em 2008 era o maravilhoso David Cook contra o chatola do David Archuleta. Foi inesquecível. Cook cantou melhor que o chara de 17 anos, tinha uma presença de palco que o outro não tinha e mesmo assim os jurados ficaram babando no Archuleta e descendo a lenha no Cook. Isso só fez a vitória do Cook ser mais emocionante. Só que no ano passado teve a maior injustiça da história de todos os Reality Shows, a derrota do meu ídolo supremo Adam Lambert para uma coisa sem sal nem açúcar chamada... nossa, nem me lembro o nome dele (não é brincadeira, não lembro mesmo). Desde o começo dessa temporada os dois finalistas sempre se destacaram e já que a fofíssima da Siobhan Magnus não chegou na final, pelo menos foram esses dois. Honestamente, qualquer um dos dois que ganhar eu fico feliz, porque tanto a Crystal Bowersox quanto o Lee Dewyze cantam bem, são simpáticos e tem muito carisma. Fora que eu chorei (de verdade) junto com a Crystal no final daquela apresentação que ela desabou em lágrimas no palco.

Mas essa temporada teve também os piores participantes ever. O que era aquele Tim Urban, que foi nitidamente colocado ali porque era um sósia barato do Zac Efron? E o Big Mike, que até agora não sei porque foi salvo no Top 9? Aaron Kelly, Paige Miles e Casey James podiam dar as mãos e se jogar dentro de um poço de piche.

Essa temporada nem de longe me empolgou tanto quanto as duas últimas, mas American Idol ainda mora no meu coração.


Ai... lembrei o nome do cara da temporada passada. Kris Allen.. ECAAAAA

sábado, 8 de maio de 2010

Maratona "Desesperada", a volta do Idols, Battlestar e muito Modern Family... AH!! CSI

Tava achando essa sexta temporada de Desperate Housewives meio arrastada e forçada, com algumas histórias absurdas até para os padrões de Wisteria Lane (tipo a filha de 10 anos da Lynette se hospedar sozinha num hotel chiquetoso usando o cartão de crédito do pai... HELLO?) , mas os três ultimos episódios foram muito bons. Os dois mistérios da temporada foram explicados uns 6 episódios antes do fim, o que eu achei bem ousado. Até que eu estou gostando da parte da Angie e do terrorista maluco que agora mora com ela. O "Snape" estrangulador de Fairview também foi legal, até de "cabelo oleoso" ele foi chingado (inside joke pra quem gosta de Harry Potter). A Susan e a Gabi encenando pros maridos admitirem o emprestimo do dinheiro foi hilário, me lembrou o climinha da primeira temporada.

Só aquele filho do Rex que, claro, deve ser um psicopata, ja tá meio over.

American Idol finalmente me pegou e eu ja estou torcendo para uns três deles. Ainda to atrasado (tenho que ver o segundo top 9, pois eles salvaram o Big Mike), mas o próximo eu descobri que meu herói supremo Adam Lambert vai ser o mentor. Pensa comigo: se o vice-campeão é chamado para ser o mentor da nova temporada, é porque o campeão não é lá essas coisas né?

Devo admitir que a segunda temporada de Battlestar Galactica deu uma esfriada, mas continua uma excelente série e eu amo a Starbuck cada vez mais. No último que eu ví me deu um mini nó na garganta, com o Chefe Tyrol construindo uma nave que ninguém acreditava que ia voar.


Nem sei mais como elogiar mais Modern Family, mas tenho que dizer mais uma vez: puta série boa!!!!! Assisti uns 8 episódios seguidos esses dias, e ria de doer a barriga. Eles conseguiram fazer uma comédia com 10 personagens principais e todos eles são muito engraçados. Meu, o que era aquele "cachorro mordomo". El Diablo, segundo a Glória. Bom damaaaaais.

Continuo firme e forte com CSI, de quem gosto cada vez mais. A segunda temporada já chegou em casa e termino a primeira essa semana.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

LOST - The Candidate


****ATENÇÃO ESTE POST CONTEM SPOILERS PERIGOSOS****

Em seis anos de Lost, eu nunca havia chorado. Na verdade, eu nunca havia chorado em nenhuma série, mas hoje eu chorei, e chorei muito.

São anos e anos acompanhando a vida dessas pessoas que, apesar de não existirem, são muito reais para mim e outros tantos milhões de espectadores e portanto perder três deles em único episódio foi um baque muito grande para mim e, creio eu, para os outros fãs.

Eu sei que não faço parte da maioria, mas eu amava o Jin e a Sun. Amava mesmo. Seu relacionamento de altos e baixos, separações, reconciliações, traições e reencontros sempre me emocionou e não consegui segurar as lágrimas quando eles morreram de mãos dadas naquele submarino. Foi triste demais, trágico demais, real de mais. Estou de luto.

De luto também estou pelo Sayid, que morreu (de novo) para salvar seus amigos e mostrar que ele não era Zumbi coisa nenhuma, que não matou o Desmond e continuou, até o fim, o mesmo Sayid que eu também amava. Diferente do Jin e da Sun, que tinham uma filha para criar (filha essa que o Jin sequer conheceu, putz), tenho a impressão que a morte veio para ele como uma libertação, pois ele não tinha mais motivos para nada, nem pra sair da ilha e nem para continuar nela e pelo menos agora ele estará em paz, junto com a Nádia.

Coitada da Shannon, nem no além ela vai se dar bem.

Mas esse episódio não foi apenas trágico, mas também grandioso e emocionante do começo ao fim. Agora acho que não resta mais dúvidas de que o Homem de Preto é mesmo mau. Porra, ele tentou matar todo mundo e vai atrás agora de quem está vivo. Porque o Jacob não aparece numa hora dessas pra dizer o que fazer?

E o Frank? Morreu ou não? Agora que o submarino já era, quem vai pilotar o avião? Partindo do pré suposto de que aquilo ainda funcione, claro. E se não funcionar, como eles vão sair da ilha?

Não importa o que digam por aí, mas Lost foi, é e sempre será a melhor série que já existiu. Ponto.

Uma coisa que sempre me incomodou nos personagens era a frieza deles quando alguém morria. Nunca derrubavam uma só lágrima (apenas o Hurley e a Clair quando o Charlie morreu), mas depois de já ter chorado horrores depois do submarino afundar, chorei a morte de Jin e Sun de novo, desta vez junto com Hurley, Kate e Jack.

Episódio perfeito.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Abandonando Fringe, correndo com The Office e Modern Family e mais uma chance aos Idols.




É muito triste quando isso acontece, quando eu decido abandonar uma séries. Afinal você dedica tanto tempo a uma série, baixa os episódios, gasta banda da NET, deixa de sair com seus amigos e família e aí um dia você se dá conta que aquela série não vale a pena nada daquilo e que na verdade você nem devia ter começado a assistir.

To me sentindo assim com Fringe.

A série tinha tudo para ser muito boa (criada pelo JJ Abrams, com o “Denetor” no papel principal), mas falta alguma coisa ali que eu nem sei direito o que é. Não sei dizer se é falta de química entre os protagonistas, se é o roteiro, se é a direção...sei lá. Tem algo faltando que não ta dando liga na mistura. Até que alguns episódios que eu assisti foram legalzinhos, mas esse foi exatamente o problema, eles só foram legalzinhos. É uma pena, porque eu dediquei um tempo considerável para Fringe, tempo esse que eu devia ter gasto com a sexta temporada de The Office e Modern Family.

A sexta de The Office continua sensacional. Ontem assisti ao casamento do Jim e da Pam em Niagara Falls e foi um daqueles episódios clássicos onde todos os personagens estão fora do escritório. Dá uma sensação de episódio especial. Fora que o Michael nunca me cansa, sendo o idiota mais legal do mundo. O Jim dando um mega no discurso e se perguntando se todo mundo que vira gerente fica idiota me faz rir até agora. E teve a cerimônia em sí, imitando aquele casamento que todo mundo viu no Youtube, só com o pessoal do escritório, cada um entrando de um jeito, a Angela entrando séria e o Andy de andador depois de machucar o saco dando um espacate... clássico.

Modern Family está caminhando para se tornar uma das coisas mais engraçadas que eu já assisti na vida. Sem brincadeira! Já estou completamente apaixonado por todos eles, especialmente pelas crianças, o que normalmente é o ponto fraco de séries que giram em torno de famílias. Love you, Manny!

O Mitchell e o Camaron são os Gays mais bem retratados que eu já ví em uma série. Fugindo do clichê de pegar dois atores afetados e afemindados ao extremo, eles acertaram em escalar dois caras normais para os papéis que só "desmunhecam" em momentos de muita euforia, como a maioria dos gays que eu conheço. Como na hora que eles surtam quando a primeira palavra que sua filha adotada fala é "Mamãe".

Decidi dar uma chance ao American Idol e finalmente vi o Top 11. Até que foi legal, mas porque o povo foi ruuuuuim demais. Sério que aquele povo são os melhores entre mais de 90.000 candidatos? Cada um que subia no palco me dava crises de riso e, tirando uns dois, todos foram péssimos. O menina que saiu, Paige Miles, fez a PIOR apresentação que eu já lembro de ter visto. Nem sei ainda pra quem torcer, mas vou tentar me apressar pois eles já estão no TOP 6.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

10 anos depois... viciei. CSI é demais!!!

Mas antes tarde do que nunca né? Venci meus preconceitos com a série (finalmente) e to adorando realmente essa birosca. E olha que eu ainda estou assistindo a primeira temporada, que dizem ser a mais fraquinha, logo estou mega empolgado com a perspectiva do que ainda estou por ver. Odeio ficar fazendo metáforas das histórias das séries com a vida real, mas tem uns episódios que me fizeram mesmo pensar em como o ser humano as vezes pode ser um monstro gargantual quando está agindo em prol de seus próprios interesses.

Depois de anos acompanhando séries novelinha, onde se precisa ver todos os episódios e as histórias levam a temporada toda pra ser contada, to curtindo ver histórias que começam e terminam no mesmo capítulo, e tudo tão bem escrito, filmado e editado que dá gosto.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Lost - The Last Recruit

Bom episódio. Não foi maravilhoso nem horroroso, foi bom.

Acho que foi um daqueles episódios de transação que eu já ouvi o povo falando a respeito, porque a partir de agora não consigo ver outra maneira da história continuar a não ser conduzindo vertiginozamente para o final.

Fiquei decepcionado com o reencontro do Jin e da Sun. Achei que faltou emoção, afinal faziam três anos que eles não se viam. E ela voltar a falar inglês bem naquela hora foi tããããããão previsivel.

A Ilana advogada do Desmond e do Jack foi bacana, mas o filho dele apareceu lá na leitura do testamento pra quê? Pra nada né?

Não vejo a hora de todo mundo começar a se ligar das realidades paralelas, mas o que eles vão fazer a respeito delas?

O Saiyd não matou o Desmond né? Tenho certeza que não.

Essas discuções sobre o que Lost era e o que se tornou, que os escritores se perderam e bla bla bla wiskas-sachê já me cansaram. Já to querendo que a série acabe logo.

Battlestar segunda temporada, um DVD precisoso e uma nova chance para os Idols




Comecei finalmente a segunda temporada de Battlestar Galactica, que depois de um final avassalador, teve os seus dois primeiros episódio um tanto arrastados. Não que eles tenham sido ruins, longe disso, mas não tiveram o mesmo nível de adrenalina que o fim da primeira temporada. Cada vez eu tenho mais raiva do Bill Adama, ainda mais depois que ele prendeu a Presidente Roslin só porque ela mandou a Starbuck buscar a tal flecha de Apollo em Caprica. Me irrito com militares que acham que podem tudo e se sentem Deuses (Deuses de Kobol, neste caso). Nem fiquei tão feliz assim quando ele finalmente acordou e voltou para comandar a Galactica.

A Starbuck no hospital dos Cylons foi bem legal, ainda mais quando ela encontrou as humanas com os tubos enfiados nos úteros. Só achei que ela se apaixonou meio rápido pelo carinha pirata de Caprica. Tipo, eles jogam um joguinho de bola, ela ganha e dez minutos depois já estão acordando juntos, cheios de intimidade e os dois sofrem quando ela vai embora. O beijo que ela dá no Lee quando eles se reencontram faz muito mais sentido.

Parei na parte que o Bill Adama finalmente decide se juntar ao resto da frota para ver se a flecha que a Starbuck sofreu pra trazer abre o tal do túmulo que vai indicar o caminho para a terra. Acho que o túmulo não vai indicar coisa alguma, já que estou na segunda e a série tem quatro temporadas.

Me abisma a quantidade de gente que morre a cada episódio, tanto que agora tem até um contador das pessoas que ainda estão vivas logo na abertura.

As cenas do Gaius conversando com a Nº 6 sempre são o ponto alto dos episódios. São muito bem boladas, as maneiras como ela manipula o que ele vai fazer. Só queria saber como é que vão explicar essas aparições. Imagino que deva ser o um chip na cabeça dele, como ele mesmo já chegou a suspeitar.

Estou em posse de um DVD precioso com vários episódios de várias sérias diferentes. Dois Modern Family, dois The Office, dois V e um Desperate Housewives pra tentar ver durante a semana. Isso sem contar com a primeira temporada todinha de CSI que já está em minhas mãos.

Decidi dar uma chance ao American Idol, mas vou ver a partir do top 11 pois já sei quem sai no top 12

quarta-feira, 14 de abril de 2010

LOST - Everybody Loves Hugo

Todo mundo ama o Hugo. E não é pra menos, pois é simplesmente impossível não amar o Hugo. Todo mundo ama quando Lost nos dá um episódio desses, onde cada cena teve seu propósito, cada momento teve um significado e as tão requisitadas "respostas" apareceram.

Preciso confessar que no começo eu não gostava muito dos Flashs-sideways (realidade paralela) que depois do primeiro episódio pareciam estar lá só para encher linguiça mesmo. Mas desde o episódio do Desmond, e agora muito mais com esse, já começo a pensar: Porra, os caras que escrevem isso são fodas.

Não sei que parte do episódio eu gostei mais:0 "Ghost" Michael vindo falar com o Hurley, a Ilana explodindo (só acho que ela foi muito cedo. Será que vai aparecer como fantasma pro Hurley?), o Black Rock explodindo (Ruuuuun. Foi hilário), o Ben chegando no carro do Desmond achando que ele é pedófilo (super atual), o Desmond sendo jogado no poço (fumaça preta filha da puta), o Jack deixando de vez de ser o líder depois de perceber que ele só fazia a galera de ferrar com as suas decisões, o nova divisão de grupo, os momentos da Libby com o Hurley no flash... foi tudo muito bom. Nível A. Episódio clássico, para entrar na história como um dos melhores de Lost.

Ah, os sussuros? Gente morta. Pronto. Tá explicado e eu adorei.

Não importa a realidade, Jonh Locke só se ferra. Já com mil teorias para o porque do Desmond ter atropelado ele.

Hurley, o novo líder dos losties. Tudo bem que só sobraram uns 8 (contando os zumbis Clair e Sayid e tirando Walt e Aaron que estão são e salvos em casa). Amei também.

Duas perguntas : Será que a Rose e o Bernard perceberam que eles voltaram para 2007? E cadê o Vincent?

Mas afinal, os mortos falam entre ou não? No começo da quinta a "Ghost" Ana Lucia disse pro Hugo que a Libby tinha mandado um oi, mas parece que o "Ghost" Michael nunca falou com a "Ghost" Libby. Se bem que eu também não ia querer papo com o cara que me matou...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Final de Battlestar e compesando mais uma injustiça

Depois de episódios impecáveis, a primeira temporada de Battlestar Galactica terminou do jeito que qualquer temporada deveria terminar: comigo pesquisando quanto custa o box da segunda temporada. Foi bom demais.

Me encontro agora completamente apaixonado por essa série, por seus personagens e por sua mitologia que é tão bem bolada e bem desenvolvida que poderia ser de verdade.

A Starbuck já é uma das personagens que eu mais gosto do mundo. A cylon loira também é demais, sempre manipulando as ações do Dr. Baltar em prol de seus próprios interesses. A cylon que pensa que é humana e não quer ser cylon descendo a bala no Adama nos instantes finais me fez dar um pula na cama. Não fiquei triste (ele deu um golpe de estado né?), mas fiquei surpreso.

A presidente Roslin, o Helo, Lee... adoro todos.

Acho que finalmente chegou a hora de eu compensar uma injustiça. Ha 10 anos atrás, a série da minha vida era Arquivo X, e uma tal de CSI estava roubando audiência do Fox Mulder e da Dana Scully, até então os amores da minha vida. Resultado: boicotei a série, não queria saber nada dela e odiava tudo nela, isso sem ver um episódio sequer.

Durante anos evitei a série. Injustamente, devo dizer, pois ela é boa demais. Peguei uns episódios aleatórios na Record esses dias e adorei todos eles. Toda a primeira temporada já está a caminho (porque eu só vejo as coisas se for desde o começo) e pretendo ver 10 anos de série em 1 ano. Acho que dá tempo.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

LOST - Happily Ever After


Agente critica, reclama e até xinga de vez em quando, mas tem episódios de Lost que faz agente lembrar o porque dessa série ter conseguido uma legião de fã bitolados e com um fanatismo que beira a loucura.

Damon Lindelof e Carlton Cuse se superaram mais uma vez ao escrever esse episódios do Desmond, o primeiro centrado nele desde Jughead na quinta temporada e o primeiro em que ele aparece de verdade na sexta.

Se tem alguém que merece o título de personagem com os melhores flashes (sejam eles falsh-backs, forward ou side-ways) da série, esse alguém é o Desmond (acho que todo fã se lembra de Flashes Before Your Eyes e, principalmente, de The Constant, certo).

Uma história de dar nó na cabeça, muitas reviravoltas, queridos personagens de volta e (finalmente) uma esperança de que a realidade não seja uma coisa sem sentido fizeram deste, na minha opinião, o melhor episódio da temporada e um dos melhores da série.

Não estou exagerando não. Durante todo o episódio eu vibrei, pulei da cadeira, gritei e me empolguei com tudo o que acontecia. Nada era gratuíto, nada era irrelevante. Tudo o que aconteceu, aconteceu com um propósito: de levar a trama adiante.

Charlie doidão, apesar de não estar sob o efeitos da heroína. Sensacional ele profetizando para o Desmond antes de jogar os dois no mar. E embora eu tenha adivinhado que ele ia colocar a mão no vidro antes dele fazê-lo, me arrepiei todinho nessa cena aí do lado. Foi demais

Adorei também a Eloise. Aquela mulher sempre sabe de tudo, não importa o tempo ou a realidade, ela sabe de TUDO.

E teve o Faraday, quer dizer, o Daniel Widmore, que tá passando pelas mesmas coisas que o Desmond e arranjou o encontro dele com a Penny, uma das personagens que eu mais gosto de Lost.

Enfim, semana passada eu disse que a volta do Desmond me enchia de esperanças que eu esperava ser "happily ever after". Missão cumprida Darlton, muito obrigado.

domingo, 4 de abril de 2010

Lost e a temporada da polêmica

Não me lembro de nada causar mais polêmica do que esta sexta temporada de Lost. Tem uns que estão amando, outros odiando e tantos outros que estão apenas curtindo.

Onde eu me enquadro? Depende do episódio.

Na minha opinião, essa temporada está oscilando demais entre episódios muito bons (Ab Aeterno, Sundown, Dr. Linus e Recon) e os muitos ruins (What Kate Does, The Lighthouse e The Package). O problema não é tanto deles serem ruins (SOS foi ruim, assim como Fire+Water, mas valiam a pena uma reprise) é que esses são tão ruins, mas tão ruins que nem dá vontade de ver de novo.

Vou me atentar apenas ao que aconteceu no último que passou. The Package.

Sun bate a cabeça e esquece como se fala inglês? Só me pergunto uma coisa. PRA QUE OS ROTEIRISTA INVENTARAM ISSO? Zero importância pra trama (que já ta acabando, vale lembrar)

Nem vou comentar sobre a metáfora do "tomate que não morreu" porque não vale a pena.

Porque quando o Lock-fumaça está atrás de alguém que tá fugindo, ele não vira fumaça pra ir mais rápido?

O Samurai disse que a mesma coisa que aconteceu com a Clair aconteceu com o Sayid, mas porque a loirinha não tá com aquela cara de morto-vivo que do árabe?

Se algo de bom aconteceu nesse episódio, foi a volta de Desmond no final, que me encheu de esperanças.

Ah, os comentários do Miles estão conseguindo ser melhores que os do Sawyer. "O Hurley não acha nada a não ser que esteja coberto de bacon" HAHAHAHA

E o Ben, que finalmente está dizendo a verdade e a Ilana não acredita nele. Quem mandou mentir tanto?

O episódio da semana que vem se chama "Happily Ever After" (Felizes para sempre). Espero mesmo que sejamos.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Feriado = Seriado? NOT!!!

Feriado, dia de ver seriado!

Pra mim nem tanto, já que eu moro com uma pessoa que não compartilha do mesmo entusiasmo que eu na hora de sentar a bunda na cama e assistir a vááááários episódios de qualquer coisa. A única coisa que agente assistia junto com a mesma empolgação era Prison Break, mas Michael Scolfield morreu no final depois de virar uma porpeta ambulante, e aí agente nunca mais viu nada junto. Só Lost, mas Lost é Lost, né minha gente?

Mais dois episódios de Battlestar Galáctica ( só pra me mostrar que a série é boa pra caral%$@), fizeram meu dia feliz ontem e eu já amo a Starbuck com todo o meu coração. A única pessoa que me irrita um pouco é o chefão da Galactica, o Adama “pai”. Já o Adama filho (AKA Apollo), já é meu herói.

Amo também a Cylon loirinha que só aparece para o Gaius, tipo quando ele ta tendo umas reuniões mega importantes ela aprece e fica falando com ele, e pra quem vê de fora parece que ele ta falando sozinho.

Preciso voltar a ver Fringe. Não que eu tenha amado, mas é que já ta gravado e eu não quero ter a sensação de que desperdicei um DVD inteiro.

Missão para abril: Entrar em dia com The Office (parei no final da quinta temporada), Desperate Housewives (meio da sexta), e Damages (só dois episódios da terceira).

Decidi largar Flash-forward quando eu descobri que a série voltou a passar a umas 3 semanas e eu nem me importei em ir atrás. Tchau flash.

Vou tentar começar a ver a 6ª de 24 horas, mas só porque o DVD ta ali, bonitinho na estante. Todo mundo diz que a 6ª foi muito ruim, por isso nem to tão empolgado assim.

Deprê com o fato do American Idol não ter me empolgado minimamente este ano. Também, eles eliminam todo mundo que já foi mostrado nas audições e semanas de Hollywood e passam 24 fulaninhos pro TOP 24! Fiquei revoltado.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Minha mais nova descoberta. Battestar Galactica

Tudo bem, nem tão nova assim...


Um amigo muito fofo me deu de aniversário o box da primeira temporada do Battlestar Galáctica. Apesar de ser um grande fã de Star Wars, nunca assisti a nenhuma série espacial, nenhuma mesmo, mas como ouvi pessoas de confiança falar muito bem dessa série, decidi dar uma chance. E não me arrependi nem um pouco.

Depois de um episódio piloto de 3 horas (sério, 3 horas), já estava completamente viciado e já amava a Starbuck de paixão. De uma só vez assisti a 5 episódios e só dei uma parada pra poder racionar e não acabar com tudo logo.

Sério minha gente, o negócio é coisa fina. Personagens muito bem construídos e uma história bem bolada: Num futuro muuuuuito distante, os seres humanos vivem em 12 colônias (leia-se planetas) e acabaram de vencer a guerra contra os Cylons, robôs dotados de inteligência artificial que foram criados pelos próprios humanos, mas que se rebelaram contra eles. O episódio Piloto começa com a cerimônia de aposentadoria do Battlestar Galáctica, a nave mais velha da frota dos humanos que foi crucial na luta contra os Cylons. Quando tudo parece em paz, os Cylons voltam com força total e atacam as 12 colônias humanas, matando todos que estão nos planetas. Os únicos humanos que restam vivos são aqueles que estavam no espaço no momento do ataque (algo entorno de 50.000) e que agora se agrupam em volta da velha Galáctica, a única nave de combate que resistiu aos ataques dos Cylons. A única esperança de ter um lar de novo é encontrar a lendária 13º colônia, que muitos consideram um mito e que não existe de verdade. A Terra.

O negócio é tão bom que eu fico até arrepiado quando o episódio começa e a voz fala “Previously on Battlestar Galactica”.

Gamei!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Fringe - To tentando gostar

Consegui colocar as mãos na primeira temporada de Fringe e to tentando assistir pelo menos um episódio por dia. Já estou no episódio 6 e ainda não sei se gosto ou não da série. Ela é muito bem feita, os efeitos são ótimos e as histórias são bacanas, mas quando o episódio acaba fica aquela impressão de que algo está faltando, mas não sei bem o que é, mas que falta, falta.

Tudo o que acontece de estranho no mundo tem alguma a ver com os experimentos do Walter e com a Massive Dynamics. Meio forçado, não acham?

Já ví em vários lugares que o começo é assim mesmo, e que depois que agente se apega não consegue mais largar. Vou continuar vendo, mesmo porque eu preciso me apegar a algo já que ano que vem eu não tenho mais Lost.

Eu adorei o jeito que eles colocam os nomes dos locais no meio da cena, meio que fazendo parte do cenário.

A abertura também é bem legal, com aquela musiquinha só no piano, tá todo uma toque de mistério.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A volta de LOST ( com duas semanas de atraso)


Pois é, Lost voltou. Só que depois de um episódio de estréia muito bom, o terceiro foi uma BOSTA. E olha que pra mim falar mau de Lost o negócio tem que ter sido grave... MUITO grave.

Dirigido por Paul Edwards (o operador de câmera que foi promovido a diretor no episódio da segunda temporada "What Kate Did"), cagou no pau com "What Kate Does". Se o roteiro já não estava bem escrito, a direção amadora de Edwards fez tudo ir pro brejo. Fiquei com vergonha alheia em várias cenas, mas aquela briguinha entre os "sobreviventes" contra "os outros" que antecedeu a fuga de Sawyer parecia teatrinho escolar.

Você entraria em um taxi a convite de uma mulher que acabou de apontar uma arma pra sua cabeça? Não, certo? Pois a Clair entrou, e ainda por cima deu um cartão de crédito pra ela, por livre e espontênea vontade. SÉRIO, O QUE FOI AQUILO?

O Aldo voltou... pra morrer.. depois de 3 temporadas. Nem precisava ter voltado.

Toda vez que eu vejo aquele Dogen eu quero que ele tenha uma morte lenta e dolorosa. O mesmo pro tradutor dele.

O agente federal vai perguntar para Clair sobre a Kate e nem passa uma geral no quarto? Tipo, era só procurar por 15 segundos que a Kate tava bem alí atrás.

Se o roteiro já era ruim e a direção pior, a última cagada foi a edição. Na hora que Dogen fala pra Jack sobre a "irmã" (aka Clair) dele, já fiquei esperando quando ela ia aparecer. Eles podiam ter feito as duas cenas (Jin na floresta sendo salvo por Clair e Jack no templo) intercaladas, aí quando Dogen falava "!sua irmã" já cortava imediatamente para o Jin falando "Clair?".

Mas o Ethan praticamente um "Dr. da Alegria" e a Clair com um visual Rousseu foi bem legal. Bem, alguma coisa tinha que ser boa.

(nem vou entrar no mérito do carinha da oficina que ajudou a Kate sem pestanejar).

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Dexter e o atraso de 1 mês.

Depois de 1 mês de atraso eu finalmente consegui assistir ao último episódio de Dexter. Se eu soubesse que iria ser tão, mas tão, mas tãããããão bom, com certeza teria visto antes.

*****Spoiler*****


Como assim eles mataram a Rita? Foi mesmo muito corajoso fazer isso. Eu nunca entendi o ódio que tanta gente tinha dela, talvez porque ela trabalhava em hotel também. Sei lá, eu gostava dela e ela era muito importante para o Dexter. Mas muitas coisas interessantes poder partir da morte dela, estou louco pra ver no que vai dar.

Fiquei esperando o Dexter ter uma crise de choro, mas acho que na próxima temporada ele vai cair nos prantos sim.